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Resultado Mensal (Outubro/22)

Outubro foi um mês positivo para os mercados de ações mundialmente. O S&P 500 subiu +7,99%, impulsionado pela divulgação de bons resultados para as empresas americanas no 3o trimestre. Muitas das maiores altas do índice americano foram ações de empresas com negócios “antigos”, ligados em geral à economia real, como Exxon Mobil, Chevron, JP Morgan, Visa, UnitedHealth, Merck e Bank

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Resultado Mensal (Setembro/22)

Setembro foi mais um mês forte para o mercado acionário brasileiro em relação ao mercado internacional. Nosso Ibovespa ficou estável no mês enquanto o S&P 500, principal índice de ações americano, teve queda de -9,34%. O índice brasileiro foi ajudado por ações do setor bancário, além de casos específicos como Vale, Weg, Equatorial e Gerdau, que compensaram quedas em ações

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Resultado Mensal (Agosto/22)

Agosto foi um mês positivo para a bolsa brasileira e para os fundos da Versa. O Ibovespa subiu +6,15%, levado principalmente pelas ações da Petrobras e do setor financeiro (Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, B3). O bom desempenho da bolsa brasileira se contrasta ao do S&P 500, principal índice de ações americano, que teve queda de -4,24% no mês após

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Resultado Mensal (Julho/22)

Julho foi um mês de recuperação para os ativos de risco mundialmente, amparados por uma perspectiva relativamente mais “dovish” para a atuação do banco central americano após alguns sinais de desaceleração da atividade econômica nos EUA (2 trimestres seguidos de queda no PIB), além de uma acomodação nos preços das commodities. É a primeira vez que os agentes econômicos puderam

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Resultado Mensal (Junho/22)

Junho foi um mês ruim para ativos de risco mundialmente (S&P 500 -8,4%, Ibovespa -11,5%), fechando com pessimismo um semestre que por fim foi um dos piores inícios de ano para o mercado de capitais em muito tempo. Desde o início do ano, O S&P 500 cai -20,6%. Foi o pior primeiro semestre para o índice desde 1970, quando a

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Resultado Mensal (Maio/22)

Maio foi um mês interessante para os mercados acionários no mundo. O S&P 500, principal índice de ações dos EUA, chegou a acumular queda de -5,6% até 19/maio, mas recuperou as perdas para fechar o mês praticamente no zero-a-zero. O setor com o melhor desempenho dentro do índice foi o de energia, com Exxon, Chevron e ConocoPhillips liderando as altas

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Resultado Mensal (Abril/22)

Abril foi um mês negativo para mercados de risco no mundo. O S&P 500, principal índice americano de ações, caiu -8,8%. Isso fez de abril o pior mês para o S&P 500 desde março/2020, mês em que o mercado acionário mundial sofreu com o início dos lockdowns utilizados para combater a pandemia. As principais baixas ocorreram no setor de tecnologia,

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Resultado Mensal (Março/22)

Março foi um mês positivo para os mercados acionários mundialmente. Nos EUA, os índices NASDAQ e S&P 500 tiveram alta de +3,7% e +3,8%, respectivamente. A alta das bolsas americanas continua a chamar atenção se considerarmos o movimento do mercado de juros, onde o título de dívida americana com vencimento em 10 anos subiu de 1,84% no final de fevereiro

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Resultado Mensal (Fevereiro/22)

Acesse aqui o material mensal completo Em fevereiro a bolsa brasileira novamente teve desempenho superior ao da bolsa americana. Nos EUA o S&P 500 teve queda de -3,16% e o NASDAQ caiu -3,43%. Toda a queda no mês aconteceu antes da invasão na Ucrânia pela Rússia no dia 24 de fevereiro, o que nos leva a crer que a piora

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Visão Macro (02/03) – Câmbio 2 X 0 Economistas

Em que pese a tensão geopolítica mais recente, o real tem surpreendido este ano e exibe a maior valorização entre outras moedas no período. De certa forma, não deveria surpreender visto que nossa moeda já parecia barata sob diversas óticas. Na verdade, o que mais causou estranheza foi o timing deste movimento. Justamente em meio a uma guinada na política monetária do Fed com os juros subindo mais rápido por lá. Em nossa visão, nenhum desses movimentos parece ter se esgotado. Se por um lado ainda há espaço para que os juros americanos subam mais do que o mercado espera, por outro os ativos brasileiros seguem bastante descontados. Onde a crise na Ucrânia poderia entrar nesta história? É provável que a mesma acelere a subida de juros no mundo, via impacto nos preços de commodities e consequentemente na inflação mundial. O Brasil, como grande exportador do setor, estaria relativamente bem posicionado. Fazendo da história curta um pouco mais longa:

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