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Luiz Alves

7 de julho de 2025

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Mais um mês positivo para o mercado brasileiro poderia parecer estranho diante do ruidoso cenário político atual. No entanto, outros dois fatores têm ajudado: o enfraquecimento do dólar globalmente e a queda da inflação sem uma desaceleração abrupta da atividade econômica.

O dólar teve seu pior desempenho em um primeiro semestre em mais de 50 anos, recuando 11% frente a uma cesta representativa de moedas e 12% frente ao real. As bolsas da maioria dos países emergentes também acumulam alta no ano. Em resumo, estamos surfando uma onda de fluxo de capitais saindo dos EUA e valorizando ativos mundo afora. Esse movimento estaria associado à percepção crescente de risco sobre os títulos do Tesouro americano, devido ao aumento dos déficits fiscais nos EUA e a política externa imprevisível.

Naturalmente, surge a dúvida sobre até onde esse movimento de desvalorização do dólar e fluxo para emergentes poderia ir. Considerando a amplitude de ciclos anteriores, o dólar ainda teria espaço teórico para continuar se desvalorizando.

Gráfico 1: Dólar vs. BRL e outras moedas                Gráfico 2: Dólar global ajustado por inflação

Internamente, outro fator positivo tem sido a queda recente da inflação sem um impacto negativo significativo na atividade econômica. Nos últimos três meses, a projeção do relatório Focus para o IPCA deste ano recuou de 5,7% para 5,2%, com tendência de queda adicional. A desvalorização do dólar e a desaceleração nos preços dos alimentos contribuíram para esse cenário, mas o componente de serviços (menos influenciado pelo câmbio) também começou finalmente a desacelerar.

Nesse contexto, o mercado já precifica o início de um ciclo de cortes na taxa de juros pelo Banco Central na virada do ano. Por outro lado, o mercado de trabalho continua resiliente: a taxa de desemprego não subiu e a massa salarial real (população ocupada multiplicada pelos salários ajustados pela inflação) segue crescendo a quase 6% ao ano. Esse cenário é duplamente favorável para as empresas focadas no mercado doméstico (que representam boa parte da nossa carteira): juros em queda e demanda firme.

Versa Institucional

Nosso fundo long only sem alavancagem teve outro mês de retorno superior ao índice Bovespa. O fundo subiu 4,2% enquanto o benchmark avançou 1,3%. Os destaques do mês foram os mesmos de maio: Lojas Renner, Moura Dubeux e Ecorodovias. Renner continua a se beneficiar do crescimento da massa salarial real, fruto do aumento do emprego e queda da inflação descritos na primeira parte da carta, enquanto Ecorodovias, uma das empresas mais endividadas da bolsa pelo critério dívida líquida comparada ao LAJIDA, subiu com a expectativa de corte de juros mais cedo que o antevisto. Moura Dubeux tem diversos motivos para continuar a subir: vendas resilientes, valuation extremamente atrativo e aumento da liquidez do papel, de forma que é impossível apontar um único fator para a alta do papel.


O Institucional encerrou o semestre em alta de 39%, 24% acima do índice Bovespa, benchmark do fundo que subiu 15%. Com essa alta o fundo voltou a sobrepujar o Ibovespa desde sua fundação, e encontra-se a apenas 12% da maior cota atingida até hoje.

Institucional FIA
+ Posição Long4,39%
+ Caixa e custos-0,23%
=Total4,16%
– Benchmark (Ibov)1,33%
= Excesso Benchmark2,82%
Destaques do mês – Institucional FIA
MaioresContribuiçãoMenoresContribuição
Lojas Renner2,02%Banco Pan-0,57%
Moura Dubeux1,59%SLC Agricola-0,43%
EcoRodovias1,39%IRB Brasil-0,21%
Suzano0,27%JBS-0,11%
Vulcabras0,26%Guararapes–

Versa e Fit Long Biased

Os fundos long-biased se beneficiaram do retorno em excesso do Institucional. O Versa subiu 10,7% no mês, encerrando o semestre em alta de 147,4%. O Fit subiu 6,7% no mês e 56,4% no semestre. 

Neste semestre, após a queda do início do ano, ousamos uma mudança significativa na estratégia dos Long Biased: a substituição das opções por índice futuro. Após 3 anos de reformulações da estratégia com opções e análises multilaterais do resultado, concluímos que os custos não superaram os benefícios. Ainda é cedo para decretar o fim das opções, mas por hora estamos satisfeitos com o resultado da troca. A convexidade do fundo, que antes era automática através do derretimento das opções, agora é feita através da venda de índice Bovespa de forma automatizada usando um algoritmo que monitora a margem e risco do fundo.
Nos últimos 2 meses os fundos começaram a investir em IRB, explorado no artigo do Marcelo, e Odontoprev. São empresas com perfil mais defensivo, que têm resultados crescentes e se beneficiam da alta taxa SELIC.

Long BiasedFitVersa
Carteira long4,26%3,97%
x
Alavancagem2,084,62
=
+ Posição Long8,84%18,32%
Carteira short (Bova11)1,38%2,65%
x
Alavancagem short-1,46-2,72
=
+ Posição Short-2,02%-7,20%
+ Hedge0,00%0,00%
+ Financiamento, Caixa e Custos-0,14%-0,45%
= Total6,69%10,68%
– Benchmark (CDI)1,10%1,10%
= Excesso Benchmark5,59%9,58%

Versa Genesis

Em junho, o fundo Versa Genesis avançou 6,1%, encerrando o primeiro semestre com performance positiva em todos os meses do ano. No acumulado de 2025, o fundo sobe 80%, refletindo a forte valorização dos setores ligados à infraestrutura no Brasil.

As maiores contribuições do semestre vieram de TIM, Ecorodovias e Neoenergia — empresas que se beneficiaram diretamente da compressão dos juros reais e da maior previsibilidade de receitas.

Durante o mês, realizamos uma troca no setor de shoppings: substituímos a posição em Allos por Multiplan. A decisão foi baseada no desempenho superior das vendas da Multiplan, tanto no 1T25 quanto historicamente, sustentada por um portfólio de ativos premium, com destaque para o Morumbi Shopping e o BarraShopping.

Além disso, enquanto a Allos distribuiu mais de 20% do valor de mercado em dividendos e recompras nos últimos 2 anos — impulsionada pela geração de caixa e venda de ativos —, essa prática não deve se repetir no mesmo ritmo. A empresa esgotou sua reserva de lucros e, atualmente, está limitada à distribuição do lucro contábil, o que deve resultar em um dividend yield* estimado de apenas 7% para 2025, considerando o preço atual da ação.

Encerramos o mês com uma posição relevante de 20% do fundo em Multiplan.E mantemos no fundo nossa alavancagem média de 190%.

*O dividend yield é calculado somando os dividendos pagos num período de 12 meses e dividindo esse valor pelo preço atual da ação. No caso de Allos, o yield estimado de 7% refere-se aos dividendos previstos para 2025, com base no lucro contábil, dividido pelo preço atual da ação.

Genesis
Carteira long3,63%
x
Alavancagem1,86
=
+ Posição Long6,77%
+ Long & Short-0,15%
+ Financiamento, Caixa e Custos-0,48%
= Total6,14%
– Benchmark (IPCA +YIMA-B)0,77%
= Excesso Benchmark5,36%
Destaques do mês – Genesis
MaioresContribuiçãoMenoresContribuição
TIM3,29%Allos-0,82%
EcoRodovias1,81%Equatorial Energia-0,32%
Multiplan1,13%CPFL Energia–
Neoenergia0,96%Energisa–
Energisa0,50%Neoenergia–

Versa Tracker

No semestre, o maior ganho do fundo veio do componente de bolsa (comum aos outros fundos da casa) e em seguida das posições aplicadas em juros, que se beneficiaram do fechamento da curva. Para o mês de junho, a posição em bolsa também foi o maior vetor de alta, seguido pelos ganhos do book de momentum (estratégia quantitativa que explora tendências de preços). Ao longo do mês, reduzimos a exposição líquida em bolsa do fundo (ou seja, posição long – posição short) para 50%, e aumentamos o risco via expansão das posições brutas, tanto em ações quanto em juros e momentum.

Tracker
+ Bolsa4,58%
+ Macro0,13%
+ Momentum2,54%
+ Caixa e Custos0,13%
= Total7,39%
– Benchmark (CDI)1,10%
= Excesso Benchmark6,29%

Disclaimer: As opiniões, análises e informações contidas nesse artigo não constituem recomendação de investimento, nem tampouco material de oferta para subscrição, compra ou venda de títulos ou valores mobiliários, instrumentos financeiros, cotas em fundos de investimento ou qualquer produto ou serviço de investimentos. Declarações contidas neste artigo relativas às perspectivas dos negócios, projeções de resultados operacionais e financeiros, bem como referências ao potencial de crescimento das companhias citadas, constituem meras previsões, baseadas nas expectativas do analista responsável em relação ao futuro. Essas expectativas são altamente dependentes de fatores incertos, como o comportamento do mercado, da situação econômica do Brasil, da indústria e dos mercados internacionais. Portanto, cada declaração aqui escrita está sujeita a mudanças, e não deve ser utilizada como insumo para qualquer estratégia de investimento pessoal ou institucional. A Versa Gestora de Recursos Ltda., seus sócios e colaboradores, por meio dos fundos de investimentos da casa, podem ou não estarem posicionados em títulos e valores mobiliários de emissores aqui mencionados, de forma que eventualmente influencie nas opiniões e análises aqui presentes.

Mais um mês positivo para o mercado brasileiro poderia parecer estranho diante do ruidoso cenário político atual. No entanto, outros dois fatores têm ajudado: o enfraquecimento do dólar globalmente e a queda da inflação sem uma desaceleração abrupta da atividade econômica.

O dólar teve seu pior desempenho em um primeiro semestre em mais de 50 anos, recuando 11% frente a uma cesta representativa de moedas e 12% frente ao real. As bolsas da maioria dos países emergentes também acumulam alta no ano. Em resumo, estamos surfando uma onda de fluxo de capitais saindo dos EUA e valorizando ativos mundo afora. Esse movimento estaria associado à percepção crescente de risco sobre os títulos do Tesouro americano, devido ao aumento dos déficits fiscais nos EUA e a política externa imprevisível.

Naturalmente, surge a dúvida sobre até onde esse movimento de desvalorização do dólar e fluxo para emergentes poderia ir. Considerando a amplitude de ciclos anteriores, o dólar ainda teria espaço teórico para continuar se desvalorizando.

Gráfico 1: Dólar vs. BRL e outras moedas                Gráfico 2: Dólar global ajustado por inflação

Internamente, outro fator positivo tem sido a queda recente da inflação sem um impacto negativo significativo na atividade econômica. Nos últimos três meses, a projeção do relatório Focus para o IPCA deste ano recuou de 5,7% para 5,2%, com tendência de queda adicional. A desvalorização do dólar e a desaceleração nos preços dos alimentos contribuíram para esse cenário, mas o componente de serviços (menos influenciado pelo câmbio) também começou finalmente a desacelerar.

Nesse contexto, o mercado já precifica o início de um ciclo de cortes na taxa de juros pelo Banco Central na virada do ano. Por outro lado, o mercado de trabalho continua resiliente: a taxa de desemprego não subiu e a massa salarial real (população ocupada multiplicada pelos salários ajustados pela inflação) segue crescendo a quase 6% ao ano. Esse cenário é duplamente favorável para as empresas focadas no mercado doméstico (que representam boa parte da nossa carteira): juros em queda e demanda firme.

Versa Institucional

Nosso fundo long only sem alavancagem teve outro mês de retorno superior ao índice Bovespa. O fundo subiu 4,2% enquanto o benchmark avançou 1,3%. Os destaques do mês foram os mesmos de maio: Lojas Renner, Moura Dubeux e Ecorodovias. Renner continua a se beneficiar do crescimento da massa salarial real, fruto do aumento do emprego e queda da inflação descritos na primeira parte da carta, enquanto Ecorodovias, uma das empresas mais endividadas da bolsa pelo critério dívida líquida comparada ao LAJIDA, subiu com a expectativa de corte de juros mais cedo que o antevisto. Moura Dubeux tem diversos motivos para continuar a subir: vendas resilientes, valuation extremamente atrativo e aumento da liquidez do papel, de forma que é impossível apontar um único fator para a alta do papel.


O Institucional encerrou o semestre em alta de 39%, 24% acima do índice Bovespa, benchmark do fundo que subiu 15%. Com essa alta o fundo voltou a sobrepujar o Ibovespa desde sua fundação, e encontra-se a apenas 12% da maior cota atingida até hoje.

Institucional FIA
+ Posição Long4,39%
+ Caixa e custos-0,23%
=Total4,16%
– Benchmark (Ibov)1,33%
= Excesso Benchmark2,82%
Destaques do mês – Institucional FIA
MaioresContribuiçãoMenoresContribuição
Lojas Renner2,02%Banco Pan-0,57%
Moura Dubeux1,59%SLC Agricola-0,43%
EcoRodovias1,39%IRB Brasil-0,21%
Suzano0,27%JBS-0,11%
Vulcabras0,26%Guararapes–

Versa e Fit Long Biased

Os fundos long-biased se beneficiaram do retorno em excesso do Institucional. O Versa subiu 10,7% no mês, encerrando o semestre em alta de 147,4%. O Fit subiu 6,7% no mês e 56,4% no semestre. 

Neste semestre, após a queda do início do ano, ousamos uma mudança significativa na estratégia dos Long Biased: a substituição das opções por índice futuro. Após 3 anos de reformulações da estratégia com opções e análises multilaterais do resultado, concluímos que os custos não superaram os benefícios. Ainda é cedo para decretar o fim das opções, mas por hora estamos satisfeitos com o resultado da troca. A convexidade do fundo, que antes era automática através do derretimento das opções, agora é feita através da venda de índice Bovespa de forma automatizada usando um algoritmo que monitora a margem e risco do fundo.
Nos últimos 2 meses os fundos começaram a investir em IRB, explorado no artigo do Marcelo, e Odontoprev. São empresas com perfil mais defensivo, que têm resultados crescentes e se beneficiam da alta taxa SELIC.

Long BiasedFitVersa
Carteira long4,26%3,97%
x
Alavancagem2,084,62
=
+ Posição Long8,84%18,32%
Carteira short (Bova11)1,38%2,65%
x
Alavancagem short-1,46-2,72
=
+ Posição Short-2,02%-7,20%
+ Hedge0,00%0,00%
+ Financiamento, Caixa e Custos-0,14%-0,45%
= Total6,69%10,68%
– Benchmark (CDI)1,10%1,10%
= Excesso Benchmark5,59%9,58%

Versa Genesis

Em junho, o fundo Versa Genesis avançou 6,1%, encerrando o primeiro semestre com performance positiva em todos os meses do ano. No acumulado de 2025, o fundo sobe 80%, refletindo a forte valorização dos setores ligados à infraestrutura no Brasil.

As maiores contribuições do semestre vieram de TIM, Ecorodovias e Neoenergia — empresas que se beneficiaram diretamente da compressão dos juros reais e da maior previsibilidade de receitas.

Durante o mês, realizamos uma troca no setor de shoppings: substituímos a posição em Allos por Multiplan. A decisão foi baseada no desempenho superior das vendas da Multiplan, tanto no 1T25 quanto historicamente, sustentada por um portfólio de ativos premium, com destaque para o Morumbi Shopping e o BarraShopping.

Além disso, enquanto a Allos distribuiu mais de 20% do valor de mercado em dividendos e recompras nos últimos 2 anos — impulsionada pela geração de caixa e venda de ativos —, essa prática não deve se repetir no mesmo ritmo. A empresa esgotou sua reserva de lucros e, atualmente, está limitada à distribuição do lucro contábil, o que deve resultar em um dividend yield* estimado de apenas 7% para 2025, considerando o preço atual da ação.

Encerramos o mês com uma posição relevante de 20% do fundo em Multiplan.E mantemos no fundo nossa alavancagem média de 190%.

*O dividend yield é calculado somando os dividendos pagos num período de 12 meses e dividindo esse valor pelo preço atual da ação. No caso de Allos, o yield estimado de 7% refere-se aos dividendos previstos para 2025, com base no lucro contábil, dividido pelo preço atual da ação.

Genesis
Carteira long3,63%
x
Alavancagem1,86
=
+ Posição Long6,77%
+ Long & Short-0,15%
+ Financiamento, Caixa e Custos-0,48%
= Total6,14%
– Benchmark (IPCA +YIMA-B)0,77%
= Excesso Benchmark5,36%
Destaques do mês – Genesis
MaioresContribuiçãoMenoresContribuição
TIM3,29%Allos-0,82%
EcoRodovias1,81%Equatorial Energia-0,32%
Multiplan1,13%CPFL Energia–
Neoenergia0,96%Energisa–
Energisa0,50%Neoenergia–

Versa Tracker

No semestre, o maior ganho do fundo veio do componente de bolsa (comum aos outros fundos da casa) e em seguida das posições aplicadas em juros, que se beneficiaram do fechamento da curva. Para o mês de junho, a posição em bolsa também foi o maior vetor de alta, seguido pelos ganhos do book de momentum (estratégia quantitativa que explora tendências de preços). Ao longo do mês, reduzimos a exposição líquida em bolsa do fundo (ou seja, posição long – posição short) para 50%, e aumentamos o risco via expansão das posições brutas, tanto em ações quanto em juros e momentum.

Tracker
+ Bolsa4,58%
+ Macro0,13%
+ Momentum2,54%
+ Caixa e Custos0,13%
= Total7,39%
– Benchmark (CDI)1,10%
= Excesso Benchmark6,29%

Disclaimer: As opiniões, análises e informações contidas nesse artigo não constituem recomendação de investimento, nem tampouco material de oferta para subscrição, compra ou venda de títulos ou valores mobiliários, instrumentos financeiros, cotas em fundos de investimento ou qualquer produto ou serviço de investimentos. Declarações contidas neste artigo relativas às perspectivas dos negócios, projeções de resultados operacionais e financeiros, bem como referências ao potencial de crescimento das companhias citadas, constituem meras previsões, baseadas nas expectativas do analista responsável em relação ao futuro. Essas expectativas são altamente dependentes de fatores incertos, como o comportamento do mercado, da situação econômica do Brasil, da indústria e dos mercados internacionais. Portanto, cada declaração aqui escrita está sujeita a mudanças, e não deve ser utilizada como insumo para qualquer estratégia de investimento pessoal ou institucional. A Versa Gestora de Recursos Ltda., seus sócios e colaboradores, por meio dos fundos de investimentos da casa, podem ou não estarem posicionados em títulos e valores mobiliários de emissores aqui mencionados, de forma que eventualmente influencie nas opiniões e análises aqui presentes.

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