Você conhece o fluxo de caixa e como ele é dividido?

Jairo Rytenband

11 de setembro de 2019

Botões de Compartilhamento

Arquivo

Arquivos

O Demonstrativo do Fluxo de Caixa (DFC) fornece informações sobre os recebimentos e pagamentos em dinheiro da companhia durante um período contábil. Essa informação baseada no caixa contrasta com o regime de competência adotado pelo Demonstrativo de Resultado (DRE) que contabiliza as transações no momento que elas ocorrem e não quando o dinheiro é de fato recebido.

Apesar do lucro contábil ser de extrema importância, o fluxo de caixa também é essencial. No limite a empresa pode quebrar mesmo com um nível saudável de faturamento e lucro se ela não receber o dinheiro a tempo de honrar com suas obrigações financeiras. Ainda, o fluxo de caixa é o elemento que une o saldo final de caixa entre o Balanço Patrimonial do período anterior e o atual.

Além de informações sobre o caixa gerado e consumido nas atividades operacionais, o DFC dá informações sobre os fluxos de caixa das atividades de investimento e das atividades de financiamento. Essas informações permitem que os analistas entendam se as operações da companhia geram caixa suficiente para financiar seus investimentos ou se a empresa depende da emissão de novas dívidas. Outro ponto importante a analisar é se os dividendos pagos pela companhia tiveram sua origem na operação ou se foi necessário vender ativos ou emitir dívida para distribuí-los. Entender essas questões é importante porque em teoria a geração de caixa pelas operações é muito mais perene do que vendas de ativos e emissões de dívida que eventualmente alcançam um limite.

Exemplo Prático

Abaixo, podemos ver o fluxo de caixa da Br Properties para os anos de 2018 e 2017. Repare que o aumento/redução de caixa e equivalentes pode ser calculado de duas formas: (1) caixa líquido das atividades operacionais + caixa líquido das atividades de investimento + caixa líquido das atividades de financiamento ou (2) disponibilidades no final do exercício – disponibilidades no início do exercício. Cabe ao analista averiguar minuciosamente cada uma das linhas do demonstrativo para entender da onde está vindo a geração (ou queima) de caixa da empresa.

 

O Demonstrativo do Fluxo de Caixa (DFC) fornece informações sobre os recebimentos e pagamentos em dinheiro da companhia durante um período contábil. Essa informação baseada no caixa contrasta com o regime de competência adotado pelo Demonstrativo de Resultado (DRE) que contabiliza as transações no momento que elas ocorrem e não quando o dinheiro é de fato recebido.

Apesar do lucro contábil ser de extrema importância, o fluxo de caixa também é essencial. No limite a empresa pode quebrar mesmo com um nível saudável de faturamento e lucro se ela não receber o dinheiro a tempo de honrar com suas obrigações financeiras. Ainda, o fluxo de caixa é o elemento que une o saldo final de caixa entre o Balanço Patrimonial do período anterior e o atual.

Além de informações sobre o caixa gerado e consumido nas atividades operacionais, o DFC dá informações sobre os fluxos de caixa das atividades de investimento e das atividades de financiamento. Essas informações permitem que os analistas entendam se as operações da companhia geram caixa suficiente para financiar seus investimentos ou se a empresa depende da emissão de novas dívidas. Outro ponto importante a analisar é se os dividendos pagos pela companhia tiveram sua origem na operação ou se foi necessário vender ativos ou emitir dívida para distribuí-los. Entender essas questões é importante porque em teoria a geração de caixa pelas operações é muito mais perene do que vendas de ativos e emissões de dívida que eventualmente alcançam um limite.

Exemplo Prático

Abaixo, podemos ver o fluxo de caixa da Br Properties para os anos de 2018 e 2017. Repare que o aumento/redução de caixa e equivalentes pode ser calculado de duas formas: (1) caixa líquido das atividades operacionais + caixa líquido das atividades de investimento + caixa líquido das atividades de financiamento ou (2) disponibilidades no final do exercício – disponibilidades no início do exercício. Cabe ao analista averiguar minuciosamente cada uma das linhas do demonstrativo para entender da onde está vindo a geração (ou queima) de caixa da empresa.

 

Jairo Rytenband

Jairo Rytenband

Compartilhe esse artigo

Assine nossa newsletter

Nome *
E-mail *

Veja também

Recuperar Senha

Cadastre-se​

Conteúdos exclusivos e ilimitados​

Nome *
Data nascimento *
CPF *
Celular *
E-mail *
Senha *

Cadastre-se

Conteúdos exclusivos e ilimitados

Nome *
Data nascimento *
CPF *
Celular *
E-mail *
Senha *

Cadastre-se​

Conteúdos exclusivos e ilimitados​

Nome *
Data nascimento *
CPF *
Celular *
E-mail *
Senha *

Cadastre-se​

Conteúdos exclusivos e ilimitados​.

Nome *
Data nascimento *
CPF *
Celular *
E-mail *
Senha *

Invista
através de
um parceiro

Plataforma
exclusiva
Versa

Vantagens

Investimento direto
no fundo, sem
intermediários

Sugestão de
alocação feita
pelo time Versa

Reuniões exclusivas
com o time da
gestora

Você atingiu o número
máximo de acessos ao
nosso conteúdo.

Para continuar acessando nosso
conteúdo, crie uma conta.