Você sabe o que é ESG?

Jairo Rytenband

20 de fevereiro de 2020

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A inclusão de fatores de governança corporativa nas análises de investimento evoluiu muito ao longo do tempo. Os riscos de uma governança ruim já são compreendidos há tempos pelos investidores, e as informações de governança por parte das empresas estão amplamente disponíveis para consulta dos investidores e analistas. Fatores ambientais e sociais, por outro lado, evoluíram mais devagar, mas estão ganhando cada vez mais relevância. À prática de considerar fatores ambientais, sociais e de governança para investir dá-se o nome de ESG investing (Environmental, Social and Governance).

Normalmente, devido à falta de informações, a análise de ESG pode ser bastante intangível e qualitativa. Com o aumento do disclosure das empresas, no entanto, o uso de dados quantitativos para esses aspectos da companhia tem se tornado cada vez mais comum.

Existem diversas abordagens para o investimento em ESG. Entre as mais comuns, estão o investimento sustentável, o investimento responsável e o investimento socialmente sustentável. Todos esses termos se referem a identificação de companhias que na visão do investidor são capazes de gerir com eficiência o capital humano e os recursos ambientais e financeiros para gerar resultados de longo prazo.

Na prática, existem muitas maneiras de implementar o ESG investing, resumimos abaixo as 5 mais comuns:

  1. Triagem negativa (negative screening): Essa abordagem consiste em excluir do universo de empresas investíveis aquelas que não satisfazem algum requisito relacionado a ESG ou então que participam de algum setor sabidamente não ecologicamente sustentável como a extração de combustíveis fósseis.
  2. Triagem positiva (positive screening): Essa abordagem consiste em considerar para investimento apenas companhias que satisfazem algum requisito como por exemplo a segurança dos colaboradores da companhia.
  3. Best-in-class: Nessa abordagem busca-se investir nas empresas com os melhores padrões de ESG dentro de um país ou setor, normalmente sem excluir nenhum setor ou empresa da análise.
  4. Investimento temático: Busca-se investir em um setor ou tema específico, como por exemplo energias renováveis.
  5. Investimento de impacto: Esse tipo de investimento visa atingir determinados objetivos socioambientais conjuntamente com métricas de retorno financeiro.

A inclusão de fatores de governança corporativa nas análises de investimento evoluiu muito ao longo do tempo. Os riscos de uma governança ruim já são compreendidos há tempos pelos investidores, e as informações de governança por parte das empresas estão amplamente disponíveis para consulta dos investidores e analistas. Fatores ambientais e sociais, por outro lado, evoluíram mais devagar, mas estão ganhando cada vez mais relevância. À prática de considerar fatores ambientais, sociais e de governança para investir dá-se o nome de ESG investing (Environmental, Social and Governance).

Normalmente, devido à falta de informações, a análise de ESG pode ser bastante intangível e qualitativa. Com o aumento do disclosure das empresas, no entanto, o uso de dados quantitativos para esses aspectos da companhia tem se tornado cada vez mais comum.

Existem diversas abordagens para o investimento em ESG. Entre as mais comuns, estão o investimento sustentável, o investimento responsável e o investimento socialmente sustentável. Todos esses termos se referem a identificação de companhias que na visão do investidor são capazes de gerir com eficiência o capital humano e os recursos ambientais e financeiros para gerar resultados de longo prazo.

Na prática, existem muitas maneiras de implementar o ESG investing, resumimos abaixo as 5 mais comuns:

  1. Triagem negativa (negative screening): Essa abordagem consiste em excluir do universo de empresas investíveis aquelas que não satisfazem algum requisito relacionado a ESG ou então que participam de algum setor sabidamente não ecologicamente sustentável como a extração de combustíveis fósseis.
  2. Triagem positiva (positive screening): Essa abordagem consiste em considerar para investimento apenas companhias que satisfazem algum requisito como por exemplo a segurança dos colaboradores da companhia.
  3. Best-in-class: Nessa abordagem busca-se investir nas empresas com os melhores padrões de ESG dentro de um país ou setor, normalmente sem excluir nenhum setor ou empresa da análise.
  4. Investimento temático: Busca-se investir em um setor ou tema específico, como por exemplo energias renováveis.
  5. Investimento de impacto: Esse tipo de investimento visa atingir determinados objetivos socioambientais conjuntamente com métricas de retorno financeiro.
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