Você sabe o que são derivativos?

Jairo Rytenband

16 de outubro de 2019

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Equity, renda fixa, moedas e commodities são instrumentos para negociar os ativos básicos de uma economia, como ativos de empresas, unidades monetárias emitidas pelo governo e recursos naturais como petróleo e ouro. Esses ativos são negociados nos chamados mercados spot, e recebem bastante atenção não apenas no mundo financeiro, mas também na mídia como um todo.

Os derivativos, por outro lado, são menos comuns. Derivativos são instrumentos financeiros que tem seu valor derivado de um ativo-objeto, que normalmente é algum dos ativos citados acima. São exemplos de derivativos: contratos futuros, opções de compra (calls) e opções de venda (puts). Existem diversas estratégias para operar derivativos, e uma delas foi tratada pelo Luiz no vídeo de ontem.

Hoje em dia existem instrumentos e contratos derivativos padronizados e complexos, no entanto, um exemplo de opção pode ser observado no código de Hamurabi, que data do século 18 a.c.:

“Se alguém tiver um débito de empréstimo e uma tempestade prostrar os grãos ou a colheita for ruim, ou os grãos não crescerem por falta d’água, naquele ano a pessoa não precisa dar ao seu credor dinheiro algum. Ele deve lavar sua tábua de débito na água e não pagar aluguel naquele ano”

Nesse caso, o empréstimo do agricultor é o ativo-objeto e a lei estabelece que o agricultor pode exercer o direito de não pagar o empréstimo caso a colheita não seja boa. Esse exemplo deixa claro uma das principais funções dos derivativos, que é ajudar na gestão de risco.

 

Equity, renda fixa, moedas e commodities são instrumentos para negociar os ativos básicos de uma economia, como ativos de empresas, unidades monetárias emitidas pelo governo e recursos naturais como petróleo e ouro. Esses ativos são negociados nos chamados mercados spot, e recebem bastante atenção não apenas no mundo financeiro, mas também na mídia como um todo.

Os derivativos, por outro lado, são menos comuns. Derivativos são instrumentos financeiros que tem seu valor derivado de um ativo-objeto, que normalmente é algum dos ativos citados acima. São exemplos de derivativos: contratos futuros, opções de compra (calls) e opções de venda (puts). Existem diversas estratégias para operar derivativos, e uma delas foi tratada pelo Luiz no vídeo de ontem.

Hoje em dia existem instrumentos e contratos derivativos padronizados e complexos, no entanto, um exemplo de opção pode ser observado no código de Hamurabi, que data do século 18 a.c.:

“Se alguém tiver um débito de empréstimo e uma tempestade prostrar os grãos ou a colheita for ruim, ou os grãos não crescerem por falta d’água, naquele ano a pessoa não precisa dar ao seu credor dinheiro algum. Ele deve lavar sua tábua de débito na água e não pagar aluguel naquele ano”

Nesse caso, o empréstimo do agricultor é o ativo-objeto e a lei estabelece que o agricultor pode exercer o direito de não pagar o empréstimo caso a colheita não seja boa. Esse exemplo deixa claro uma das principais funções dos derivativos, que é ajudar na gestão de risco.

 

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