
A Semana Macro (16/02) – Atividade, Assusta?
Olhando o tombo do varejo, fica difícil não se questionar sobre a recuperação econômica em 2021. As vendas de dezembro divulgadas pelo IBGE caíram 6.1% em relação a novembro, muito abaixo dos -0.7% esperados pelos economistas. E para o início do ano, os indicadores preliminares só tem confirmado a fraqueza do consumo. Seria todo aquele otimismo uma miragem causada pelo auxílio emergencial? Seguimos convictos que não, mas vale ponderar a respeito. De fato, nunca foi razoável imaginar que o consumo no Brasil sairia da crise mais forte do que nela entrou. Em algum momento esta correção viria. Na verdade, os vetores de crescimento este ano são outros e permanecem firmes. De um lado, o setor exportador continuará sendo dinamizado pelo crescimento mundial, alta das commodities e câmbio depreciado. De outro, os investimentos devem seguir em expansão apoiados por um ambiente de juros historicamente baixos. Mantemos nossa projeção de crescimento de 4.2% este ano.









