
A Semana Macro (18/05) – O que (não) Sabemos Sobre a Atividade
Entre a evolução da epidemia e dados ruins de atividade, as estimativas de crescimento continuaram a ser revisadas aqui e lá fora. Vale lembrar que

Entre a evolução da epidemia e dados ruins de atividade, as estimativas de crescimento continuaram a ser revisadas aqui e lá fora. Vale lembrar que

A semana foi novamente marcada por forte volatilidade da taxa de câmbio, com o real atingindo os R$5.85/US$ na quinta-feira. Interessante notar que tal depreciação

Em uma semana com mais sinais de desaceleração da economia, o dólar voltou a subir e a inflação a cair. Com tudo isso na conta,

Mundo: Epidemia “sob controle” e dúvidas quanto à recuperação Na epidemia, os números nos países desenvolvidos continuaram a animar, apontando estabilização ou queda no número
Mundo: epidemia “sob controle” e mais estímulos nos EUA O Covid-19 continuou avançando no mundo, com sinais de estabilização mais claros em alguns países na

Mundo: O pior já passou? Vimos nos últimos dias alguns sinais animadores em relação a epidemia no mundo. Na Europa, o número de mortes diárias
Mundo: Covid-19 seguiu avançando, e o impacto econômico promete ser forte. Os números totais de casos e mortes confirmadas no mundo mais do que dobraram
Na semana mais volátil da crise até agora, a política fiscal ganhou destaque. Nos EUA, o governo finalmente reconheceu a gravidade da epidemia e lançou suas primeiras medidas de estímulo, o que agradou os mercados. No Brasil, a hesitação do governo em seguir a mesma direção parece ter suas razões. Em um contexto de crescente distanciamento do Congresso, os riscos de perder o controle da agenda fiscal não são baixos, como a derrubada do veto ao BPC já indicou. Na política monetária, continuamos céticos de que a Selic cairá muito, não propriamente pelas projeções de inflação e atividade, mas pelos riscos de mais depreciação no câmbio, intensificado por um cenário de expansão fiscal.
Com a aceleração da epidemia de coronavírus, vimos na semana as primeiras respostas na política econômica. Por ora, estas se restringiram a cortes de juros,
A aceleração do coronavírus fora da China foi o gatilho para uma das piores semanas da história nos mercados globais. As incertezas neste sentido não se restringem às questões de primeira ordem, como a extensão do contágio e sua letalidade. Qual será seu efeito psicológico? Trata-se de um choque de demanda ou de oferta? Políticas fiscal e monetária serão eficazes? Estas perguntas provavelmente não serão respondidas nos próximos dias. Em termos de indicadores econômicos, os dados do PMI da China confirmaram o cenário esperado de forte contração econômica no curto prazo. No Brasil, os dados de emprego e crédito de janeiro continuaram a apontar recuperação gradual.