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Recentemente estivemos no podcast Genial Analisa para detalhar a estratégia do Versa Genesis. Durante o papo, exploramos o racional que permitiu ao fundo entregar uma performance de 113% em 2025, além de discutirmos as perspectivas para o setor de infraestrutura e ativos reais.
No trecho acima, detalhamos como funciona a alavancagem do fundo em um setor tradicionalmente conservador.
A Tese: Por que Infraestrutura?
O Versa Genesis não é apenas um fundo de “Utilities”. É um veículo desenhado para capturar valor em ativos que formam a espinha dorsal da economia. Nossa tese de investimento se apoia em três pilares fundamentais:
1. Previsibilidade e Visibilidade de Retorno
Diferente de setores cíclicos ou dependentes de tendências de consumo voláteis, a infraestrutura oferece uma visibilidade muito superior sobre a geração de caixa futura. Isso nos permite calcular a TIR Real (Taxa Interna de Retorno) ou o preço-alvo dos ativos com uma margem de segurança e assertividade muito maior do que em outros segmentos da Bolsa.
2. Essencialidade: Os “Pedágios Econômicos”
Investimos em ativos necessários: redes de energia, saneamento e logística. São serviços indispensáveis para o funcionamento do país.
Embora o avanço tecnológico possa transformar o uso desses ativos — como vimos na transição histórica das ferrovias para a aviação nos EUA — a infraestrutura física raramente se torna obsoleta da noite para o dia. Nosso trabalho discricionário é nos certificar que o serviço prestado seja vital e que o setor não sofra de sobreinvestimento, o que poderia corroer as margens futuras.
3. Histórico de Retornos Superiores
No Brasil, o setor de infraestrutura tem superado o Ibovespa por uma margem expressiva ao longo das últimas décadas. Enquanto nos EUA o setor costuma entregar retornos próximos a 7% ao ano (com baixa volatilidade), no mercado brasileiro as distorções de preço e as oportunidades de crescimento permitem buscar Alphas muito mais agressivos.
A Importância da Gestão Ativa
Apesar da perenidade do setor, a infraestrutura não é isenta de riscos. Casos como Oi (telecomunicações) e Light (energia) demonstram que investimentos mal executados, somados a estruturas de capital inadequadas, podem levar à destruição de valor, mesmo em setores regulados.
É por isso que o Versa Genesis não investe de forma passiva. Nossa gestão foca em um stock picking, evitando armadilhas de valor e focando em empresas com excelente execução.
O resultado dessa disciplina é claro: desde o início do fundo em 2020, nosso portfólio superou o índice setorial (IEEX) por mais de 30% em um período de 5 anos.
Para investir no Versa Genesis, o cliente pode ir na Genial Investimentos, onde nosso fundo está listado diretamente na plataforma, ou nas outras plataformas de investimento como BTG ou Itau onde tem que ser feito via um assessor de investimentos. Ou, se preferir, diretamente pela Versa.
Se quiser entender mais sobre o fundo, abaixo seguem dois artigos sobre a performance de 2025 e como esperamos que o Genesis se comporte numa queda da taxa de juros real.
